Civilizações Clássicas

A9: Evolução de Esparta

 

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 Período Arcaico

  Formação do Estado pelos Dórios

  Conquista da Messênia

 Constituição do Estado Militarista

  Terras centrais pertencentes ao Estado

  Preponderância dos espartiatas

  Maioria de escravos e periecos

  Educação militarista para os espartiatas

  Guerras de hegemonia

      Guerras do Peloponeso: Esparta

Enquanto no cenário político, as cidades gregas sentiam-se ameaçadas pelo imperialismo econômico ateniense, culminando em 431 a.C. na Guerra do Peloponeso que levou Esparta ao domínio das cidades-estado de 404 a.C. a 371 a.C. . Durante este período pouco progresso científico desenvolveu-se em Atenas. Diversos matemáticos encontraram refugio na Magna Grécia onde a convivência pacifica favorecia a produção científica. Surge neste período, em Tarento, uma escola neo-pitagórica sob a influência de Arquitas, a quem se atribui à solução tridimensional do problema de Delos (Duplicação do cubo).

              Batalha de Leuctras: Tebas

Mais tarde Esparta é derrotada por Tebas, e assume o supremo comando do mundo grego, mas por pouco tempo, pois Atenas e Esparta se uniram e derrotaram os tebanos na Batalha da Mantinéia em 362 a.C. pondo fim ao período das hegemonias.

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            As lutas pela hegemonia sobre a Grécia antiga destruíram a essência do mundo helênico: as cidades-Estado. Exauridas, elas não puderam resistir à expansão dos habitantes do norte, ironicamente considerados inferiores pelos gregos: tratava-se dos macedônicos, que iriam construir um dos maiores impérios da Antiguidade.

 

 

 UCG 2004